Leia aqui o Manifesto do 4-3-3: No ataque. Sempre.

Ana Coreta

Líder espiritual

Ardorosa defensora de Balotelli e do Imperador Adriano, a mais fiel torcedora da seleção cubana Ana Coreta deixou os bancos da PUC-SP no começo da segunda década dos 2000, passou pelas redações da Folha de S. Paulo e da Carta Capital, até se tornar sócia capitalista do 4:3:3.

André Debevc

Carioca, redator e poeta

Redator e poeta, André Debevc sempre gostou mais do futebol, do que o futebol dele. Por isso foi parar debaixo das traves. Saiu de lá por pena dos companheiros de pelada. Praticou os esportes mais variados. Remo, esgrima, pegação em micareta. Finalmente entendeu que seu lugar é na arquibancada, ou atrás de uma máquina de escrever, onde talvez não consiga praticar mal a esporte algum.

Daniel Baima

Cearense, engenheiro e pensador

Da Aldeota a Sampaulo, da Schwarzwald à floresta da Tijuca, copidescando enfim em Jersey, Daniel Baima (DB) é o último cartesiano poético da crônica esportiva brasileira. Engenheiro de formação e marqueteiro de profissão, notabilizou-se por encarar os temas mais duros sem nunca perder a ternura de quem cresceu tomando cajuína e comendo ovo. Torcedor errante do Vozão até ser aliciado pelos irmãos Caetanos, que passaram a considerá-lo um cristão-novo da nação vert-blanc-rouge.

Gustavo Acioli

Carioca, cineasta e músico

Roteirista, cineasta e produtor cultural, Gustavo Acioli é um ferrenho defensor do bordão tamanho não é documento; advogando a tese de que o fato de ter feito um curta-metragem não traz, em si, nenhuma mensagem subliminar e nem carece de maiores explicações.

Leandro Beguoci

Caieirense, jornalista e rolezeiro

Conterrâneo do kicker Marcos Assunção, o editor-chefe do 4:3:3, Leandro Beguoci, deixou para trás o passado basqueteiro para se dedicar à vida acadêmica e ao pantagruelismo. Vez ou outra, cita de Raimundos a Churchill para mostrar que dá para ser erudito sem perder a compostura.

Leo Caetano

Carioca, administrador e CEO

Tudólogo formado nas alamedas de Madureira, o frasista inveterado Leonardo Caetano é quase sempre visto pegando onda na praia da Macumba, levantando de manchete no posto 7 da Barra e batendo uma biriba com a sogra no principado do Recreio. Leo também já dublou Jorge Guimarães, o Joinha, durante o card preliminar do UFC Mairiporã 7, o desejo de Zangief.

Marcos Caetano

Carioca, publicitário e escritor

Marcos Caetano é carioca da Vila Nova Conceição, começou a militância no Pasquim e só endireitou na vida quando passou a publicar suas crônicas no Estadão, pouco antes de chegar à piauí. Decano do 4:3:3 e tricolor fidalgo, Caetano Sr. já gastou muita calça Ducal no cimento gelado de Laranjeiras.

Vini Neves Mariano

Alfenense, escritor e contador de causos

No carnaval de 1985, entre piratas, princesas e super-heróis, o doutor recebeu o chamado urgente. Estava ainda fantasiado de Zorro, e também um pouco embriagado, quando fez o parto de Vinícius Neves Mariano. Talvez seja essa a razão da paixão de Vinícius por histórias. Cresceu colecionando memórias inventadas, depois aprendeu a ler e logo passou a fabricar os próprios mundos. Nunca mais parou.

Mario Cassaca

Paulista, designer e gaúcho

Definido por alguns como um metalúrgico no corpo de um vídeo-artista, Mario Cassaca, um dos mais experimentados profissionais da redação do 4:3:3, mostra sensibilidade e bom gosto nas artes e visão além do alcance quando a bola rola.

Ricardo Zanirato

Caçapavense, jornalista e caiçara

Ricardo Zanirato poderia ter sido geógrafo, aspirante a sub-celebridade ou vereador de Caçapava, mas a memória capaz de lembrar do lateral-esquerdo do Tiradentes de 1981 e a paixão por gritos de gol escancarados o levou ao jornalismo esportivo. Seu ídolo é Renato Gaúcho, o Renight (interprete como quiser).

Sérgio Spagnuolo

Paulistano, jornalista e ácido

Tamanha foi a decepção com a derrota por 2 x 1 do São Paulo contra o Cruzeiro pela Copa do Brasil de 2000, que Sérgio Spagnuolo agora se autodenomina adepto pleno ao futebol de resultados. Fascinado pela baixa gastronomia da região da Praça Clóvis, zarpou das terras da garoa pra frequentar semanalmente a Praça São Salvador, mas ainda não sabe o destino final. Intrigado pela prática da falcoaria, esse jornalista por formação deseja apenas que algum jogador faça pelo futebol o que Roberto Cavalo fez pelo Criciúma.